segunda-feira, outubro 18, 2010
segunda-feira, setembro 13, 2010
quinta-feira, setembro 09, 2010
estou cansada de uma certa atitude impregnada
Prefiro os que escrevem porque a vida é um romance. Parece que estes, ao menos, sentem algum desconforto; seguem o fluxo oposto da maré, ou possuem algo íntegro como a dedicação a um projeto. Uma ambição maior que o próprio umbigo.
Nada mais choca num ambiente em que violência é o cotidiano. A imagem da criança atrelada a um revólver chega a ser comum. O saco de cola fica até como cena de segundo plano. A política não se divide mais em direita e esquerda. Heróis já morreram de overdose há mais de duas décadas. Ideologia é nostalgia. Enfim, o que está fora dos padrões?
Tecnologia? Talvez uma das raras coisas que mude parte de nossas rotinas. Distâncias passam a ser insignificantes; possibilidades, infinitas; conexão, uma exigência. Uma evolução fenomenal que, ao mesmo tempo, aproxima e afasta as pessoas, prende-as em si mesmas, em seus mundinhos. Um movimento paradoxal. Por um lado, o ganho de formas de contato, por outro, perda do contato real. E por estranho que pareça, contato com os que estão mais perto: vizinhos, família. Um individualismo valorizado e desconectado.
Já ouvi de autores de hoje: “Escrevo porque preciso”. Precisa?
Do que nós precisamos realmente hoje?
Nada mais choca num ambiente em que violência é o cotidiano. A imagem da criança atrelada a um revólver chega a ser comum. O saco de cola fica até como cena de segundo plano. A política não se divide mais em direita e esquerda. Heróis já morreram de overdose há mais de duas décadas. Ideologia é nostalgia. Enfim, o que está fora dos padrões?
Tecnologia? Talvez uma das raras coisas que mude parte de nossas rotinas. Distâncias passam a ser insignificantes; possibilidades, infinitas; conexão, uma exigência. Uma evolução fenomenal que, ao mesmo tempo, aproxima e afasta as pessoas, prende-as em si mesmas, em seus mundinhos. Um movimento paradoxal. Por um lado, o ganho de formas de contato, por outro, perda do contato real. E por estranho que pareça, contato com os que estão mais perto: vizinhos, família. Um individualismo valorizado e desconectado.
Já ouvi de autores de hoje: “Escrevo porque preciso”. Precisa?
Do que nós precisamos realmente hoje?
Os valores e necessidades estão conturbados, confundidos pelo mercado, pela mídia, pelo não parar, não pensar; pela falta de genuinidade, por uma velocidade que anda fazendo com que até a Terra gire mais rápido em volta de seu eixo. Eixo: é com esta conexão que precisamos nos preocupar. Acho que escrever não é sobreviver. Para começo de história, precisamos de ar, água e comida.
quarta-feira, agosto 11, 2010
quinta-feira, agosto 05, 2010
quinta-feira, julho 29, 2010
segunda-feira, julho 26, 2010
quinta-feira, junho 24, 2010
S
um Sabor
Sútil
demorado
quaSe, não reconhecido
um Sabor
Sem
anSiedade
capaz
Um Sabor
que é
eStá
(para quem vê)
Sútil
demorado
quaSe, não reconhecido
um Sabor
Sem
anSiedade
capaz
Um Sabor
que é
eStá
(para quem vê)
terça-feira, junho 08, 2010
terça-feira, maio 18, 2010
quarta-feira, abril 28, 2010
sexta-feira, abril 16, 2010
Alterno, devaneio, continuo tentando permanecer
O que seria de mim, o que seríamos de nós sozinhos?
O que nos tira do eixo?
Ou da paz? – minha paz.
Paz com você é uma vibração. Quem sabe, bom senso, com pitadas de
generosidade, admiração ou atração?
– até quando o meu santo bate com o seu?
Sua sinergia e energia? Minha?
Nossa! Claro, de todo o mundo!
Um simples copo quebra.
Reação com causa desconhecida.
Ação. Ressonância quebrada?
Compreende-me, tenta, fingi e
acha que me conforta,
talvez, para confortar você mesmo.
Infinitos detalhes, nunca entendíveis
(por minha impaciência até ignoráveis.
Por você não vistos. Quem sabe, você queira contar ao invés de escutar).
Estamos carecas de saber que nascemos e morremos sozinhos.
Mesmo assim, queremos nos juntar
(link deste post também no - http://nacaoyoga.blogspot.com/)
O que seria de mim, o que seríamos de nós sozinhos?
O que nos tira do eixo?
Ou da paz? – minha paz.
Paz com você é uma vibração. Quem sabe, bom senso, com pitadas de
generosidade, admiração ou atração?
– até quando o meu santo bate com o seu?
Sua sinergia e energia? Minha?
Nossa! Claro, de todo o mundo!
Um simples copo quebra.
Reação com causa desconhecida.
Ação. Ressonância quebrada?
Compreende-me, tenta, fingi e
acha que me conforta,
talvez, para confortar você mesmo.
Infinitos detalhes, nunca entendíveis
(por minha impaciência até ignoráveis.
Por você não vistos. Quem sabe, você queira contar ao invés de escutar).
Estamos carecas de saber que nascemos e morremos sozinhos.
Mesmo assim, queremos nos juntar
(link deste post também no - http://nacaoyoga.blogspot.com/)
quarta-feira, abril 14, 2010
quinta-feira, janeiro 07, 2010
terça-feira, dezembro 15, 2009
terça-feira, dezembro 08, 2009
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