quarta-feira, agosto 11, 2010
quinta-feira, agosto 05, 2010
quinta-feira, julho 29, 2010
segunda-feira, julho 26, 2010
quinta-feira, junho 24, 2010
S
Sútil
demorado
quaSe, não reconhecido
um Sabor
Sem
anSiedade
capaz
Um Sabor
que é
eStá
(para quem vê)
terça-feira, junho 08, 2010
terça-feira, maio 18, 2010
quarta-feira, abril 28, 2010
sexta-feira, abril 16, 2010
O que seria de mim, o que seríamos de nós sozinhos?
O que nos tira do eixo?
Ou da paz? – minha paz.
Paz com você é uma vibração. Quem sabe, bom senso, com pitadas de
generosidade, admiração ou atração?
– até quando o meu santo bate com o seu?
Sua sinergia e energia? Minha?
Nossa! Claro, de todo o mundo!
Um simples copo quebra.
Reação com causa desconhecida.
Ação. Ressonância quebrada?
Compreende-me, tenta, fingi e
acha que me conforta,
talvez, para confortar você mesmo.
Infinitos detalhes, nunca entendíveis
(por minha impaciência até ignoráveis.
Por você não vistos. Quem sabe, você queira contar ao invés de escutar).
Estamos carecas de saber que nascemos e morremos sozinhos.
Mesmo assim, queremos nos juntar
(link deste post também no - http://nacaoyoga.blogspot.com/)
quarta-feira, abril 14, 2010
quinta-feira, janeiro 07, 2010
terça-feira, dezembro 15, 2009
terça-feira, dezembro 08, 2009
segunda-feira, novembro 30, 2009
achados de biblioteca
Descobriremos mesmo que o conhecimento absoluto, a realidade fundamental e a verdade imediata não passam de conceitos não somento ocos, mas também desnecessários para construção de um cosmos, e que, neste sentido, as objeções podem ser aceitas.
Neste sentido um tanto restrito do cosmos, continuará válido o nosso esforço de compreende-lo, governa-lo e modifica-lo; e a nossa vida dentro dele não terá sido fútil.”
(FLUSSER, 2004, p.33)
terça-feira, novembro 17, 2009
sábado, novembro 07, 2009
terça-feira, outubro 27, 2009
esgotamento (tríade)
segunda-feira, outubro 26, 2009
quinta-feira, outubro 22, 2009
quinta-feira, outubro 08, 2009
A propósito: botões estão desaparecendo
Rimbaud talvez quisesse descarregar a alma de extravagâncias das ações ou seria um desabafo existencial? Não sei. O ponto é que se transportarmos essa frase para os dias de hoje, podemos pensar no seguinte: quantas ações fazemos por dia ou, mesmo, por minuto? Quanto gastamos desse alguma coisa?
O gastar esse alguma coisa não é grande problema. Afinal estamos aqui pra viver, pra beber, pra conversar e mais outras coisinhas, não? Experiências nos alimentam de modo geral. Mas, infelizmente, hoje muitas das experiências e das ações andam dissociadas de seus significados. Essências se ocultam, desejos e medos se descomprometem. O vazio permanece. A instantaneidade vence, é o conceito. Prazeres perdem significados e se apoiam na efemeridade.
Vivemos numa época de processos banais que acabam se tornando resultados, também, banais. O que fazer? Comemorar? (etimologia comemorar - lat. de memorare) Memorar, lembrar. Voltemos ao princípio. Vamos arejar nossos princípios. Esse já é um grande passo antes de re-começar a perdê-los. Antes que atividades se fundem e, ao mesmo tempo, se fundam num único propósito: nenhum propósito.
segunda-feira, outubro 05, 2009
precisa-se montar
segunda-feira, setembro 28, 2009
fragmentos editados de John Cage
quinta-feira, setembro 03, 2009
terça-feira, agosto 25, 2009
Gorduras mentais precisam ser queimadas. Pasmar é cuidar da cabeça como se cuida do corpo ou do espírito.
Pessoas normais, com carteira assinada, férias e décimo terceiro, pasmam? Talvez considerem férias o tempo de pasmar. Quem sabe, já pasmem, mas não se deram conta disso ainda. É provável, também, que não tenham rotulado o pasmar como pasmar. Chamam de descansar, relaxar, meditar. Um lapso do meditar, ou o meditar instintivo seria uma boa acepção.
Quem nunca encarou a mesa ao lado? E, de repente, pessoas olham com aquela cara de “o que você está procurando por aqui?”. Na verdade, nem havíamos percebido que estávamos com o olhar fixo lá. Só estávamos olhando nada, nada em especial.
Permitir-se pasmar traz tranquilidade, eu diria até que, a longo prazo, sabedoria.
Pasmar: ação que não é ação. Um pleno momento, em que não se precisa de nada e de ninguém, nem mesmo, do pensamento.
segunda-feira, agosto 17, 2009
O almoço virou happy-hour
Kika resolve cair numa aventura. Por quê? Nem ela sabe, mas está lá, num motel, que, com muito encanto, pode virar altar.
Possessão? É disso que tentam se livrar, ela e seu acompanhante. Nada melhor que falar sobre longas caminhadas, de Matchu Pitchu a Santiago de Compostela, trilhas. A trilha sonora? Dos filmes de Almodóvar, que, aliás, bastante romântica para o momento.
Ela tenta não se enxergar, mas o espelho do teto não para de mostrar sua imagem. Ela tampa o rosto. O espelho continua gravando cenas, na memória dela. Cenas de uma balada que não é balada, e sim um encontro carregado de intensidade.
Ficar mais estragaria. Eles se despedem ao som de Baden Powel e Vinícius de Morais – “…Vai vai vai-vai…”.
A noite continua, outras madrugadas de quintas viram sextas.
sexta-feira, agosto 07, 2009
terça-feira, agosto 04, 2009
sexta-feira, julho 31, 2009
quarta-feira, julho 29, 2009
segunda-feira, junho 22, 2009
quinta-feira, junho 18, 2009
Vogue - o negócio é ser do jet set
Vogue: aceitação, popularidade, estar na moda. Estes são alguns dos significados para a palavra vogue, segundo dicionários em inglês e francês. No Houaiss, “voga” é o ritmo da remada. Estar “em voga” significa estar na moda.
Vogue também pode ser um determinado estilo, uma certa linguagem – gírias jogadas no meio da frase, aparentemente espontâneas, sem querer querendo. Acessórios, peças de roupas, tribos, lugares descolados, são sinais fashion – fashion: dar forma, estilo, sugere a temporária popularidade. O fashion se enquadra no vogue.
Claro, não podemos passar em branco sem citar a revista Vogue, que, como diz o próprio nome, não há o que discutir, é realmente a vitrine da moda. Há ainda um lugar em São Paulo, a cara do vogue, um local que não tem nome, mas só se entra com nome na lista e mesmo assim, quem sabe, a hostess não goste do seu look e lhe dê algum trabalho para entrar.
Muita coisa por aí vem nos seduzindo, criando esse tal “quero fazer parte, ser fashion”. Até aí, tudo bem, não queremos sempre alguma coisa?
O que me inspira estas linhas é a simples pergunta: e o bom senso? Onde é que anda aquele velho, seguro e bom senso? Ainda ando procurando minha turma, a do bom senso! Bom senso: percepção, sentido, rumo.
Acabo de abrir uma revista e ler a frase: “quem é globetrotter tem um lifestyle mais low profile. É um upgrade do jetsetter, que costuma ser mais over the top mesmo”, quem disse isso foi uma designer de jóias, ligada ao mundo fashion, vogue, sacô?
( + Videozinho pra dar umas risadas - http://www.youtube.com/watch?v=oGY-OkRclnU&eurl=http%3A%2F%2Fwww%2Efacebook%2Ecom%2Fhome%2Ephp&feature=player_embedded )
segunda-feira, junho 15, 2009
quinta-feira, junho 04, 2009
quinta-feira, abril 23, 2009
terça-feira, abril 07, 2009
som
Dispersão – Consumo e Distração
“Eu, etiqueta", de Drummond.
A dispersão domina tempo e espaço das pessoas. Tempo dos que buscam o imediatismo com pouco esforço. Espaço invadido por produtos, em série, dispersos, na arte, na tv, no comércio e por toda parte.
A questão do “monumental” colide valores, une as pessoas ao tédio do repetitivo e dignifica a banalidade.
A reprodução repetida gera produtos e conteúdos adquiridos em razão da moda – a moda intui, mas ao mesmo tempo, institui expectativas – por pessoas que buscam formas fáceis e rápidas de satisfação e de status. Parece que não há mais tempo para se incomodar.
Cópias e autorias perdem significado, idéias custam pouco e são reproduzidas infinitamente.
Percebe-se, assim, um ambiente ideologicamente nulo, um realismo mecânico, manipulado e alheio à realidade. Além de certa ignorância da profundidade, em que dramas deixam de ser dramas, são apenas cool.
Resta uma geração do modernismo ardente, que vive em lençóis neutros. Arrepios de frustração e nostalgia onde o objetivo é apenas entreter.
(Há também diversas novidades, principalmente tecnológicas, repletas de novos formatos e possibilidades).
“Lençóis não amarrotados pela paixão, amarrotados apenas para marcar presença” Anésia Pacheco, exibição “Entre Lençóis” MAM 2002.
Há, ainda, a dispersão de variações que podem proporcionar valor estético e prazer. Mas não o original ou a essência. Desse modo, sente-se a necessidade de encontrar soluções que evoquem surpresa ou novidade num consumo esteticamente neutro, que pode produzir excelência ou banalidade.
Esse simulacro de experiência proporciona instantâneas consolações, projeções, identificações, sem a pretensão de oferecer um novo modelo que discuta qualquer coisa. Assim, vê-se um formato sedutor, mas de sedução dispersa – nem se percebe que está sendo seduzida. A produção de conteúdos e objetos é labiríntica, dispersa em diferentes formatos, indiferentes a critérios de valor.
O indispensável torna-se impossível.
quinta-feira, abril 02, 2009
2 amores
aceito
pra você não esquecer
dessa intensidade
sufocante
de paixão ansiedade agressão
inconstantes
você esqueceu gozei pra você.
Nasci (noutro)
uma proposta
- indescente -
um tal de rock
and roll
aquele que se baila
numa cama.
__
ondas de lençois
você eu
o colchão
nú.
segunda-feira, março 23, 2009
segunda-feira, março 16, 2009
Egon Schiele - excelentíssimo

O Abraço 1917
Kaleb (novo artista, possuidor de seu telento) foi quem me apresentou o pintor expressionista, Egon Schiele, segundo Kaleb, seu "pai".
mais sobre Egon Schiele
http://pt.wikipedia.org/wiki/Egon_shiele.
mais sobre Kaleb - http://www.flickr.com/photos/segundaordem/78936863/
quarta-feira, março 04, 2009
Amo...
acolhedores
vidas divididas
sua
minha
sinto
nuance
nojo
vicio?
perco a consciência
faço sem julgar.
quinta-feira, fevereiro 26, 2009
Moeda
terça-feira, fevereiro 17, 2009
poems tríade
Pelos meu braços
ele vai subindo
seduzindo
com seu grafite
molhado
leve
uma mancha
preta
física
concreta para mente.
_ versão 2
Por braços
subir seduz
com grafite
leve molha
uma mancha
preta
física
concreta
para mente.
__
Vôo
Os astros mudam.
Nós também
Nuvem de Neptuno sobre meus pés,
ao acaso,
sinto.
__ versão 2
Astros mudam
Nós também
Nuvem de Netuno
sinto sob os pés
Ao acaso.
__
Cara
Me acomodo
nesta vida
me afogo
sem espaço
sem querer acordar
me desafogo.
Este amor
existe?
quinta-feira, fevereiro 05, 2009
Dispersion - Institute of Contemporary Arts
segunda-feira, janeiro 26, 2009
Olha o studio do cara!
Concepts in space
"A specially designed white room is used to test optical effects and find out how our perception of objects changes when they are lit with varying shades of white light. Everywhere there are wooden crates for transporting artworks to galleries and museum spaces all over the world."
sexta-feira, janeiro 23, 2009
Farelos de Comunismo
terça-feira, dezembro 23, 2008
quinta-feira, dezembro 04, 2008
quarta-feira, dezembro 03, 2008
O que poderia ter sido e o que foi
num tempo em que de concreto
tem-se o ser consumido.
Raio fulgurante dirige um curso,
percurso dos astros.
Coincidências.
Se necessário é dizer,
abstração é pensar.
A eterna possibilidade
me corrói.
Estou cansada de uma certa atitude impregnada
Nada mais choca num ambiente em que violencia é cotidiano. A imagem da criança atrelada a um revolver chega a ser comum. O saco de cola fica até como cena de segundo plano. A política não se divide mais em direita e esquerda. Heróis já morreram de overdose há mais de duas décadas. Ideologia é nostalgia. Enfim, o que está fora de padrões?
Tecnologia? Esta é a inovação do mundo atual, talvez uma das raras coisas que mude parte de nossos padrões. Distâncias passam a ser insignificantes; possibilidades, infinitas; conexão, uma exigência. Uma evolução fenomenal que, ao mesmo tempo, aproxima e afasta as pessoas, prende-as em si, em seus mundinhos. Um movimento paradoxo. Por uma lado, o ganho de formas de contato, por outro, a perda do contato real. E por estranho que pareca, com os que estao mais perto, vizinhos, familia. Um individualismo valorizado e desconectado.
Já ouvi de autores de hoje: “Escrevo porque preciso”. Precisa?
Do que nós precisamos realmente hoje?
Os valores e necessidades estão conturbados, confundidos pelo mercado, pela tecnologia, pela mídia, pelo não parar, não pensar, pela falta de genuinidade, por uma velocidade que anda fazendo com que até a Terra gire mais rápido em volta de seu eixo. Eixo: é com esta conexão que precisamos nos preocupar. Acho que escrever não é sobreviver. Para começo de história, precisamos de ar, água e comida.
Prefiro os que escrevem porque a vida é um romance. Parece que estes, ao menos, sentem algum desconforto; seguem o fluxo oposto da maré, ou possuem algo íntegro como a dedicação a um projeto. Uma ambição maior que o próprio umbigo.
Ficaria mais preenchida com autores menos gentis, ou, quem sabe, cansados de mentir para conviver. As pessoas, ultimamente, não têm mais tempo para se incomodar.
terça-feira, novembro 25, 2008
VIDEO YOUTUBE - Pink Floyd - Dark Side of the Rainbow 1
segunda-feira, novembro 24, 2008
ETANOL
bebem, bebem, bebem
bebem álcool
em vez de café
sem cafeína
sem graça
mas ainda
ricos
quarta-feira, novembro 19, 2008
segunda-feira, novembro 10, 2008
Converse
Se fosse outro dia
Se fosse paixão
Amor
Se fosse palavra
Literatura
Se fosse arte
Filosofia
Se alma tivesse razão
Mas é hoje
Paixão narcisa, desconexa
desamor
Palavra vazia
Faz literatura
Ficção
Arte insaciável
Filosofia vaga
Farsa absoluta.
Frustração
Se fosse outro dia
Beberia até o pó
Beijaria o espelho
Mas hoje
Padeço
Engulo angústia.
segunda-feira, outubro 20, 2008
Cenas em Sensação
Fruto desfruto
uso
Músculos aerados
Poros
Saliva
Língua entre os dentes
Dentes entre a pele
De leve, morde-se
a expiração
sem desperdício.
Aceitação
Transito,
Sede e tristeza
Chorando
Grito
Tremo
Dispo-me
Entrego-me
Ao que sou.
Enxague
Absorvida
Me dou
de energia
esgot…
__
É
Óbvio
O vazio
Uma
Palavra
É e não é
É apenas…
Exercício AIC - Academia Internacional de Cinema
de Rodrigo Patronio
Tema: Éden, Deserto, Síntese
quarta-feira, outubro 15, 2008
Ao Butra
do criolo doido
foram o bastante
para farra inesqueçivel -
gosto?
segunda-feira, outubro 13, 2008
Foto Leka Mendes - www.flickr.com/photos/lekamendes quarta-feira, outubro 08, 2008
segunda-feira, outubro 06, 2008
O livro pela capa
objetos mercadorias,
pessoas pelo que consomem.
É mais que sabido, até redundante dizer, que a superficialidade anda bastante presente em uma série de aspectos do mundo atual.
Numa sociedade snack culture, em que reina o picado- um pedaço do livro um trecho da música, uma rápida refeição (lanche) –, em que a internet é o meio, o canal de absorção, pode-se dizer que pega-se superficialmente, não se vive realmente um raciocínio por inteiro, nem o conteúdo pelo conteúdo
Talvez pessoas nem saibam qual é o conteúdo que, originalmente, interesse a si próprio. Existe uma gana pelo ser desejado pela sociedade, sem se importarem com a origem ou o conteúdo real. Andy Warhol, por exemplo, com seu conceito dos 15 minutos de fama liga-se totalmente com os realities shows, estouros de sucesso de nossa época. Uma fama completamente efêmera, liderada pelo simples expor-se para massa. Fica fácil escolher algo de sucesso, mesmo que esse sucesso não lhes pertença, não lhes diga algo.
Quem sabe, seja essa a causa do provinciano - algo não produto da massa, o tradicional, genuíno...- ainda ser valorizado, e desejado como escape. Um entretenimento evasivo que impede o questionar ou a profundidade.
Claro que o valor, em termos de conteúdo para si, somente o ser subjetivo, interior, sem interferência externa, é algo fora da realidade, algo inatingível. Afinal, não há o ser sem influência do externo.
Assim, a banalização é quase natural; a não internalizarão é automática. E o desejo pelo conteúdo, apenas pelo conteúdo, sem a capa, torna-se extinto, pela não centralização do ser. A originalidade verdadeira, não pela palavra original (conceito vendável por sua escassez), mas por se tratar da essência, é algo raro de se encontrar.
quarta-feira, outubro 01, 2008
Sem lamentacao
terça-feira, setembro 30, 2008
Sentido
segunda-feira, setembro 29, 2008
me do'i ao engolir
terça-feira, setembro 23, 2008
Livro de Viagem
O livro de viagem não existe.
As fotos não representam o momento
A palavra não expressa a sensação.
A história não diz o ocorrido
ou
O livro, a viagem.
A ilusão é da realidade
o que
O raio é do sol.
segunda-feira, setembro 22, 2008
Dedicatória
Eu quis escrever este microconto em algum lugar da rede. Já que o prazo do concurso microcontos do twitter era até sábado.
Blog tá aí pra isso..o dono tem toda liberdade de escrever o que quiser, qdo quiser e ainda pode se lamenta pros outros..
sexta-feira, setembro 19, 2008
Duas Pretensões
É a essência da pretensão. Os escritor escreve porque precisa, pura pretensão do espírito.
O publicitário escreve tiradas vendáveis. Pretensão mercadologica.
quarta-feira, setembro 17, 2008
Beleza Americana
sexta-feira, setembro 12, 2008
"Obscenidades de uma dona de casa", de Inacio de Loyola Brandao
O que faz a baixaria ser considerada baixaria e' a forma da linguagem e quem a julga. A baixaria pode estar em meio a uma obra de conteudo.
Qualquer conceito tratado de forma genial, pode servir como porta para muitos outros. Principalmente, aqueles que dizem respeito as pessoas, sentimentos, enfim, tudo que forma o ser-humano. No caso, a baixaria abstraida, pode ser intimidade.
E' de se respeitar e admirar Inacio de Loyola Brandao. Afinal, escrever obscenidades com um conteudo litarario destes!
- Leia o conto abaixo:
"Oscenidades de uma dona de casa", de Inacio de Loyola Brandao.
www.releituras.com/ilbrandao_obscenidades.asp
terça-feira, setembro 09, 2008
Pra quem não entende gato
aquele olhar de
esmeralda diluída, uma
leve poeira de ouro no
fundo. E não obedeceria
porque gato não
obedece. Às vezes,
quando a ordem
coinide com sua
vontade, ele atende mas
sem a instintiva
humildade do cachorro,
o gato não é humilde,
traz viva a memória
da sua liberdade sem
coleira. Despreza o
poder porque despreza
a servidão. Nem servo
de Deus. Nem servo
do Diabo".
TELLES, Lygia F. - A Disciplina do Amor
http://www.mariajoaquina.org/
segunda-feira, setembro 08, 2008
Insustentável como Leveza do Ser
Ou como pode?
Ser
insustentável leveza do ser,
ser
simples, brilhante
como morte
Oasis for people who doesn't like water
http://www.runcactuskidrun.com/
Pretensão incentivar a idéia de não beber água. Num mundo onde o orgânico é, cada vez mais, escasso.
Àgua, desnecessário citar suas importâncias, será redundante repetir tudo que já ouviram sobre o elemento água. Desde saúde, aquecimento global, ciência a exotorismo, o papel da água é inquestionável.
Porém a história do "Cactus Kid" é boa, não porque tenha certa recaída por cactus (planta forte, sem muita água, sem muito cuidado, ela apenas sobrevive), a campanha é criativa.
Tudo pela arte? Tudo pela mercadoria? Enfim, no caso, não importa de quem é a história, se foi roubada, re-contada, re-inventada ou não muito ética.
A história vale desde que alguém acredite, desde que entretenha.
quinta-feira, setembro 04, 2008
Mais um café
(de jeito que ninguém perceba)
as costas e seus nós,
um sonho a desatar;
olhos ardem;
a cabeça vacua.
Mais um café
(para cafeína nas veias).
terça-feira, setembro 02, 2008
Colagem - Pretexto Contexto Texto
inútil
não é protagonista
da ficção nem da vida
"a vida não é a vida.
É sempre pretexto.
É sempre contexto.
É sempre texto" JP Coutinho.
segunda-feira, setembro 01, 2008
UMA
OFF=ON Cada vez mais o mundo offline (mundo real, espaço físico ou átomo arena) está se ajustando e se espelhando no extenso e dominante mundo online, do tom de voz aos produtos desenvolvidos, aos processos de negócios e a relação com consumidor.
O blog, nova mídia, que vem se construindo na web. Influenciada por uma avalanche de consumidores geradores de conteúdo.
Um novo jornalismo apimentado, transparência de opiniões pessoais?
Vale a pena prestar atenção em nós blogueirosss?
VEJA O VÍDEO
Kevin Kelly: Predicting the next 5,000 days of the web
http://www.youtube.com/watch?v=yDYCf4ONh5M
quinta-feira, agosto 28, 2008
Quatro Estações
Quatro cantos
Quatro paredes
Nova, crescente, minguante, cheia
Estonteante
De quatro
Quanto ao
Quarto
Onde?
(este poema foi criado para o sarau, cujo tema era "quatro estações", da AIC - Academia Internacional de Cinema . Sarau que eu não fui. Droga! São Paulo suga a gente, precisei de uma noite de descanso).
terça-feira, agosto 26, 2008
Vauxhall - design e estilo
Dá uma olhada no site:
http://www.vauxhallcollective.co.uk/site/
segunda-feira, agosto 25, 2008
Uma mulher, 25 anos, Kika.
Kika freqüenta lugares interessantes, - restaurantes, bares, festas e até exposições de bons artistas - rotulados por alguns de cool,. Mas, mesmo sempre ocupada e requisitada, convive com uma incrível falta de preenchimento interno. Repara que ao seu redor - ambiente, amigas, namorados e exs, há pouca verdade, muita ostentação, fora certa, pretensão disfarçada de despretensão, como chique-despojado. É nesse contexto que Kika vive episódios em que sofre, apronta; usa o divertimento como saída para lidar com o mundo.
Certo dia, entediada, - um tédio misturado com vontade de fazer algo não fútil. Kika vai fumar um cigarro na varanda. Ela adora fazer isso. É um de seus únicos momentos em que não pensa em nada que seja obrigada (como pano de fundo toca um house-music, cujo vocal canta “Everybody is free in the new day coming freedom for all is a destine”).
Narro o livro de Kika (aspectos de sua vida: traição, disciplina, inquietações, arrogância, mentirinhas e excessos). Fatos que sufocam a identidade de Kika e de pessoas de seu mundinho.
Kika enjoy.
Storyline Kika
para encontro Marcelo C. Cunha
(Criação Literária - Academia Internacional de Cinema)
Joselito em vida promissora
Joselito, 23 anos, 5h am, ponto de ônibus, São Paulo.
Hoje é seu primeiro dia de trabalho, motivo de orgulho para família Alagoana. A mãe, dona Dulce, vive dizendo às vizinhas - Joselito tá bonito, comprô uma camisa pra trabalha. Eu nem reconheci meu filhinho. Achei que ele era o moço do banco Itaú, imagina só! Ele disse que no final do mês vai da pra manda um dinheirinho pra nóis. Lá é tudo caro, ele vai ganhar bem, viu! Ah, e parece que ele tá se engraçando com uma menina de lá. Falei pra ele tomar cuidado que essas meninas de São Paulo, de boba só a cara.
Dez reais, para condução; celular pré-pago e um porta documentos, novinho, de couro sintético, a ser preenchido com a carteira de trabalho assinada. Com ar de menino recém virado homem, está pronto para enfrentar seu dia: novas pessoas, trabalho, rotina e cidade.
Um Ômega preto, modelo 2008, aproxima-se. Não se vê o motorista, mas dá para perceber nele certa arrogância, coberta pelo vidro fumê blindado, que não abre nem uma frestinha: medo de assalto. O motorista não faz questão de interagir com o lado de fora do carro, do mundo. De repente, um susto daqueles em que se perde a voz: o carro, em alta velocidade, perde a direção. Um buraco o joga para a direita e Joselito, cumprindo seu papel de pedestre, espera sua condução, ao lado direito, embaixo do ponto. Impotente na situação, o garoto cai, de nuca na guia, impactado pela surpresa que a vida numa grande cidade lhe traz. A aglomeração de pessoas, nada coerente num centro urbano, -pólo econômico, onde pessoas praticamente sobrevivem, buscando status.
A essa hora não há ninguém na rua e o carro foge. A única pessoa nos arredores é seu Nelson, dono da padaria, que abre às 5h15am. Seu Nelson vê sangue no asfalto; corre para ver o que aconteceu com aquela pessoa, caída no outro lado da rua. Seu Nelson abre o porta documentos: vazio, apenas dez reais e um celular. Pega o aparelho e liga para a emergência 190. Escuta a gravação “você não tem crédito suficiente para efetuar essa chamada”, desesperado tenta “Jacira”, “mãe”, “tia Cleide”, nomes encontrados na agenda, nada. O celular toca, a ligação cai. Sem crédito suficiente. Basta esperar para que a pessoa ligue de novo, equanto, corre para padaria e chama a ambulância.
A cidade vai acordando e se movimentando; a luz do sol não mais focada, agora estourada. A rua enche-se de carros, os pontos de ônibus de pessoas, em volta de Joselito uma roda de curiosos. Alguns tentam acalmar seu Nelson, nervoso com a demora da ambulância. Escuta-se a sirene ao fundo, sua luz vermelha é vista embaçada pela poluição, da hora do rush.
segunda-feira, agosto 18, 2008
Aliteração do Amor
Sem significado
Sexo
Sem saudade
Tédio
Sem sonho
Ilusão
Sem tesão
Rotina
Sem resposta
Solidão
Sem paixão
Poeira
Sem desejo
Indiferença
Simples
Sem verbo
Amor
quarta-feira, agosto 13, 2008
Uma recente história da escrita e do desenho
A recente história da escrita e desenho é uma exibição que explora a envolvente relação entre tecnologias, comunicação e seus usuários.
O projeto é programado pelo designer Jürg Lehni, pelo design gráfico Alex Rich e pela curadora, design historian, Emily King. Envolvendo uma variedade de técnicas interativas e não interativas de escrita e desenho.
O destaque da exposição é Viktor uma grande máquina de desenhar nas paredes, controlada por uma versão adaptada de um software de design, e feita por uma pequena indústria de motores
Às quintas-feiras, a tarde a galeria recebe palestrantes (designers, artístas e músicos) que são conhecidos por usarem tecnologias de modo considerávelmente ortodoxo.
Durante o evento, Viktor irá assinar o acompanhamento do material na parede da galeria, mudando a imagem que usurá, na próxima semana.
terça-feira, agosto 12, 2008
Poesia nas paredes, manifestação sem pudor
Tinta, pulseiras do Bonfim e texto são os três elementos que compõe o quadro.Texto que está escirto na obra:
“A vida endurece a gente e nos momentos de aflição esquecemos que é feita de amor e sem ter onde buscar forças... mas nos detalhes se escondem belezas o vazio transformam em tristeza...matriz da poesia a poesia que junto a vira boemia vira alegria! E é esta que com sinceridade acaba-se por transformar-se em realidade...viva a boemia” Paulo 2008
João Manuel, Jardins, São Paulo)
No banheiro pode-se ler trechos de cartas que Di Cavalcanti escrevia à suas amantes:“carta de + - e confio na sinceridade de suas palavras quero dizer que sua carta anterior foi um desabafo porque não sei bem explicar a razão de certas desconfianças suas em relação a amizade coloca-se em plano separado porque ela é mãe de Elisabeth.”
“sempre digo o quanto você me faz bem como mulher e como amiga não quero procurar outras aventuras novas.” Cartas de Di Cavalcanti.
Banheiro Di Bistro - Rua Jacurici 27, São Paulo
Mundano
(grafiteiro, em São Paulo).

“O homem é menos ele quando fala (da) na (em) sua própria pessoa.
Dê-lhe uma máscara, e ele dirá a verdade” Oscar Wilde
“Para enxergar com clareza basta mudar a direção do olhar” Saint-Exupéry
Casa de meus amigos Marcos e Roberto Vietre São Paulo.
“Escrevo porque preciso. Melhor, vivo porque escrevo”
Personagem Camila Lopes, em “Nome próprio”, filme de Murilo Salles.
quinta-feira, agosto 07, 2008
Toyota conquistando espaço digital

quarta-feira, agosto 06, 2008
Grafite em London Grafite em São Paulo
CY TWOBLY
19 de junho a 14 de setembro 2008
Supported by the Cy Twombly Exhibition Supporters Group,
Tate International Council, the American Patrons of Tate
and the Horace W. Goldsmith Foundation.
Tate Modern London - http://www.tate.org.uk/modern/ é o primeiro museu público de grande porte
que expõe a arte do grafite.
Dentre os 10 grafiteiros escolhidos dois são do Brasil, (Nunca e os Gêmeos).
Como diz a revista da Folha em reportagem sobre o grafite
“grafiteiros grafitam como jogam bola”.
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SÃO PAULO
FILE apresenta pela primeira vez no Brasil, em São Paulo, o Eletronic Graffiti by Graffiti Research Lab (de 05 a 08 de Agosto).
Aqueles que seguem a evolução do grafite sabiam que em alguma hora a technologia iria invadir a área e permitir caminhos préviamente impossíveis de grafitar prédios e outras construções.
BIOGRAPHYGrup o nova-iorquino pioneiro na invenção de técnicas que desafiam as dimensões da arquitetura urbana.ABSTRACTO L.A.S.E.R. Tag é uma caneta de laser com a qual você pode grafitar prédios inteiros, com ajuda de um projetor de grande escala. Qualquer pessoa pode criar frases e desenhos com este instrumento, que já passou por construções como a ponte do Brooklyn, o Coliseu e museus e galerias como a TATE em Londres e MoMA em Nova Iorque.
www.file.org.br
terça-feira, agosto 05, 2008
Banksy e Identidade Artística
- Post code EC2A 3JZ – Map/reference TQ 33057 82557 (no econtro de Old street com Great Eastern street)
- Post code N1 7LP - Map/reference TQ 32551 82807 (ao lado de for a do Fifteen Restaurant, de Jamie Oliver)
- Post code EC2A 3BS – Map/reference TQ 33249 82500 (ao lado do “The Elbow Room”, Pool Lounge & Bar)
- No quintal do Cargo, club descolado e famoso do bairro de CandemTown, norte de Londres. A casa apoiou Banksy desde o início de sua carreira.
- Post code SE1 7JA – Map/reference TQ 30594 79812 (na ponte de granito, em Southpark, perto da London Eye).
Sua obra é carregada de conteúdo social expondo claramente uma total aversão aos conceitos de autoridade e poder. Normalmente, faz críticas sociais, mas também comportamentais e políticas, de forma agressiva e sarcástica, provocando em seus observadores, quase sempre, uma sensação de concordância e de identidade. Em seu site é dita a seguinte frase: I am unable to comment on who may or may not be Banksy, but anyone described as being “good at drawing” doesn’t sound like Banksy to me – www.banksy.co.uk - o que se parece típico de sua personalidade. Seu rosto não é conhecido por ninguém.

Dead Language. Image: Simon Houghton – (ICA Institute of contemporary arts, London)
Esta é uma montagem de réplicas, conduzida por um clone de Banksy, cujo dna ainda não foi encontrado nem numa lata de spray. Rascunhos de Tracey Emins e para complementar meia dúzia de Andy Warhols, expressando um futuro onde todas as formas de arte são livres, perfeitas réplicas sao criadas, cópias e autorias perdem significado, idéias custam pouco e são reproduzidas infinitamente. Artistas perceberam que sua própria identidade é uma das únicas coisas que ainda conseguem controlar. Então, fãs se tornam clones de artistas com a condição de distribuir sua arte/identidade.
“Should the artist actually create the work, or does his idea or description of it suffice?What is the relationship between original and reproduction, individual and crowd, art and commerce?” Andy Warhol






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